Dez razões para apoiar Israel
Primero: Porque Segundo: Porque, se Terceiro: Porque derrotar e desarmar o Hizb'allah confere ao Líbano a oportunidade de existir Quarto: Porque Quinto: Porque a única solução desse conflito depende da convivência pacífica entre Sexto: Porque atrás do Hamas e doHizb'allah estão as satrapias síria e iraniana, dois regimes inimigos do Ocidente que divergem no terreno religioso – a Síria é uma ditadura laica e o Irã é uma ditadura religiosa –, mas que convergem no ódio irracional às democracias liberais. Sétimo: Porque o êxito econômico, político, científico e social de Israel tem o potencial de converter-se em um modelo para a região. Os árabes mais sensatos de Gaza ou da Autoridade Palestina, quando comparam a vida miserável que lhes é imposta pelos homicidas da Al Fatah, do Hamas e do Hizb'allah com o estilo de vida muito superior de seus irmãos palestino-israelenses, inevitavelmente chegam à conclusão de que a liberdade e a racionalidade rendem dividendos. Oitavo: Porque a todo o planeta convém eliminar esses terroristas capazes de provocar uma escalada do conflito que pode levar a uma guerra devastadora. O Irã está a caminho de converter-se Nono: Porque o que anima os aventureiros a atacar Israel é a duplicidade de linguagem dos países do Ocidente, a indiferença e a falsa equivalência, como se as ações de terroristas desalmados, que aspiram ser suicidas-assassinos que explodem ônibus escolares ou disparam foguetes contra residências de civis, tivessem a mesma legitimidade que a resposta de uma sociedade que se defende dessas agressões. Décimo: Porque aquela lição de história que nos explicava que os fundamentos morais da civilização ocidental se encontravam na tradição judaico-cristã era certa. No Ocidente,
04:09 | 0 Comments
Os antecedentes do Israel moderno
Muitas perguntas são lançadas repetidamente há anos: se o Estado judeu não deveria ser imediatamente anulado por causa de seus “crimes” e se Israel não seria, de qualquer forma, um “país artificial”. O sionismo é apresentado como ideologia criminosa, supostamente tão pernicioso como as concepções racistas do nazismo. Mesmo assim, o sionismo não é nada mais que o movimento nacional dos judeus. Ele surgiu pelo final do século 19 em reação aos pogroms(movimentos populares de violência contra os judeus) na Rússia e às discriminações na Europa Ocidental. Os sionistas passaram, desde então, a definir os judeus como povo e nação, com reivindicação de um Estado soberano próprio. Uganda, Argentina e Madagascár foram discutidos como possível pátria judaica. No final, porém, prevaleceu a consciência histórica judaica de aspirar um Estado na antiga pátria bíblica. Chaim Weizmann conseguiu, em 1917, mover os britânicos à “Declaração Balfour”, com a qual prometeram aos judeus uma “pátria nacional” ainda antes que a região fosse conquistada dos otomanos. Os árabes na área do Mandato Britânico na Palestina, liderados pelo mufti de Jerusalém Hadj Amin el Husseini, tentaram enxotar os judeus de Jerusalém e Hebron por meio de pogroms sangrentos. Mais tarde, em cooperação com Hitler, quiseram impedir os judeus fugitivos da Europa e Rússia de entrar em Israel. Em 1947 as animosidades haviam se tornado tão intensas que a ONU, por recomendação dos britânicos e por votação majoritária, decidiu pelo estabelecimento de um Estado judeu (ao lado de um Estado palestino) na Palestina. A resolução 181 foi a legitimação do Direito Internacional para os judeus proclamarem seu Estado em 14 de maio de 1948, ainda antes do início do shabbat, depois que os últimos britânicos haviam deixado Haifa ao meio-dia. As Nações Unidas podem ter votado majoritariamente pelo estabelecimento de um Estado judeu por estarem impressionadas pelo Holocausto. Porém, sem os antecedentes históricos e sem os preparativos da comunidade judaica na Palestina sob mandato britânico esse Estado jamais teria surgido. Os árabes, que passaram a se definir como “palestinos” apenas a partir de 1964, no âmbito de seu movimento nacionalista, eram contrários a esse Estado judeu porque não queriam tolerar nenhum “corpo estranho”. Os países árabes, tanto na guerra de 1948 como na de 1967, perseguiam o alvo de destruir o Estado judeu e de “lançar os judeus ao mar”. Por rejeitarem Israel, os árabes não podiam concordar com o estabelecimento de um Estado judeu na Margem Ocidental do Jordão, até 1967 ocupada pelos jordanianos, e na Faixa de Gaza, administrada pelos egípcios. Uma virada na postura árabe se delineou apenas em 1977, quando Sadat, o presidente do Egito, aceitou Israel como fato e começou as negociações de paz. Yasser Arafat, o então chefe da OLP, anunciou em 1988 em Genebra que iria se contentar com a Margem Ocidental e a Faixa de Gaza e que não mais almejava a destruição de Israel. Esse anúncio trouxe à OLP o tão almejado reconhecimento pelos Estados Unidos, e foi pré-requisito para as conversações de paz de Oslo entre Israel e a OLP no início dos anos 1990. Hoje, portanto, quem ainda duvida do direito de existência de Israel e da legitimidade do Estado judeu ignora até desenvolvimentos ocorridos dentro da OLP e de países árabes como o Egito e a Jordânia, que assinaram com Israel um tratado de paz internacionalmente legitimado e reconhecido. (US) Mesmo que os pais do sionismo não tenham sido crentes no sentido bíblico, Deus usou esse movimento para cumprir Sua Palavra, fazendo com que centenas de milhares de judeus retornassem para Eretz Israel (a terra de Israel). O retorno de Israel à sua pátria se deu e ainda se dá, em grande parte, com seu coração incrédulo; o segundo passo será a conversão de Israel. E se Deus fez a primeira parte, certamente também fará a segunda! Somos lembrados das palavras do Novo Testamento que diz: “Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus” (Fp 1.6). Tanto no Antigo como no Novo Testamento existem passagens claras (por exemplo, Ez 11.19-20; Ez 37.14; Rm 11.26) que dizem que todo o remanescente de Israel será salvo. O que Deus começa, Ele também finaliza! (Conno Malgo -http://www.beth-shalom.com.br)Ataques odiosos a Israel perpassam quase todos os fóruns de discussão da internet. Continuamente se questiona se Israel tem direito à existência.
04:02 | 0 Comments
Tudo ou nada
Em 1960, o apresentador evangélico Pat Boone escreveu a letra do tema musical de um filme baseado no conhecido romance da autoria de Leon Uris intitulado Exodus (Êxodo). Exodus conta epicamente a história da luta heróica do povo judeu em 1947 para que a terra de Israel se tornasse novamente o seu lar. As nove primeiras palavras do tema musical escrito por Boone já diziam tudo: “Esta terra é minha. Deus me confiou esta terra”. Infelizmente, poucos escreveriam uma letra como essa em nossos dias. Muitas pessoas, dentre as quais um número cada vez maior de cristãos, acreditam que aquela terra não pertence legitimamente à descendência física de Abraão, através de Isaque e seus descendentes; ao contrário, eles alegam que a terra pertence aos palestinos ou até mesmo à Igreja – mas em hipótese nenhuma aos judeus. Na verdade, 154 mestres e expositores da Bíblia, entre os quais se incluem R. C. Sproul e Bruce Waltke, assinaram um manifesto público, veiculado no site do Knox Theological Seminary, declarando que o povo judeu não tem nenhum direito especial à posse de qualquer território no Oriente Médio: O direito de qualquer grupo étnico ou religioso à posse do território que se denomina “Terra Santa”, situado no Oriente Médio, não pode ser defendido com base nas Escrituras. Na realidade, as promessas específicas relativas à terra, feitas a Israel no Antigo Testamento, cumpriram-se sob a liderança de Josué. O fundador, presidente e chanceler do Knox Theological Seminary, D. James Kennedy, recebe destaque no site de seu ministério Coral Ridge Ministries como “o pastor presbiteriano que atualmente tem a maior audiência no mundo”. Entretanto, a posição sustentada no manifesto é errônea. A aliança que Deus fez com Abraão incluía três promessas: terra, descendência (i.e., “semente”) e bênção. Deus prometeu todos esses três elementos de modo igual e incondicional, de forma que não se pode optar por um em detrimento dos outros dois. Deus prometeu que Abraão e seus descendentes seriam abençoados de modo concreto e literal. Um dos meios concretos pelos quais Ele os abençoou se verifica pela atitude de trazê-los de volta à sua terra. Deus literalmente prometeu a Abraão que os descendentes naturais dele seriam “como as estrelas dos céus e como a areia na praia do mar” (Gn 22.17). Deus disse a Abraão “nela [i.e., na tua “semente” ou “descendência”] serão benditas todas as nações da terra” (v. 18). O povo judeu tem abençoado este mundo de maneira altamente significativa através de seus dons, talentos e realizações. No período de 1901 a 2006, dentre todos os ganhadores do Prêmio Nobel, 23% eram judeus. As Escrituras afirmam: “O restante de Jacó estará no meio de muitos povos, como orvalho do Senhor, como chuvisco sobre a erva...” (Mq 5.7). Em última análise, o maior descendente natural de Abraão literalmente é o Messias de Israel: Jesus Cristo. Nele se cumpre a promessa do descendente feita há muito tempo na Aliança Abraâmica. Contudo, aquela parte da aliança que diz respeito à terra ainda está em vigor. Deus a concedeu junto com as outras promessas. Portanto, não se pode separar a descendência natural judaica da promessa de benção e da promessa relativa à terra para o povo judeu. A aliança em si é uma unidade indivisível que promete bênção material, descendência natural e uma terra física para os descendentes naturais de Abraão. Os gentios que são enxertados, conforme expõe o capítulo 11 de Romanos, recebem as bênçãos espirituais (Ef 1.3). Além do mais, se a parte da aliança relativa à terra supostamente já se cumpriu sob a liderança de Josué, por que razão Deus reiterou Sua promessa de dar a terra ao povo judeu centenas de anos depois da morte de Josué, no tempo em que Israel amargava o exílio na Babilônia? Pois nesse tempo Deus confirmou a continuidade de Sua promessa ao declarar:“Habitarão na terra que dei a meu servo Jacó, na qual vossos pais habitaram; habitarão nela, eles e seus filhos e os filhos de seus filhos, para sempre; e Davi, meu servo, será seu príncipe eternamente” (Ez 37.25; grifo do autor). Para dizer a verdade, Deus afirma: “...e vos trarei à terra de Israel” (v. 12). Quando Deus chamou Abraão, Ele o tirou de Ur dos Caldeus e o levou para um lugar geograficamente identificável, a terra de Canaã. Em Canaã, Deus disse a Abraão: “Darei à tua descendência esta terra” (Gn 12.7; cf. 26.3-4; 28.13-15). “Disse o Senhor a Abrão, depois que Ló se separou dele: Ergue os olhos e olha desde onde estás para o norte, para o sul, para o oriente e para o ocidente; porque toda essa terra [literal, física e concreta] que vês, eu ta darei, a ti e à tua descendência, para sempre” (Gn 13.14-15; grifo do autor). Em Gênesis 15.18, o Senhor determinou os limites geográficos dessa Terra Prometida: “Naquele mesmo dia, fez o Senhor aliança com Abrão, dizendo: À tua descendência dei esta terra, desde o rio do Egito até ao grande rio Eufrates”. O rio do Egito pode ser uma referência ao rio Nilo, todavia, é mais provável que se refira ao uádi (i.e., ribeiro) do Egito que corre a nordeste da península do Sinai. Desse ponto os limites do território se estendem até a fronteira com o atual Iraque e o rio Eufrates. O profeta Obadias acrescenta alguns outros limites territoriais. O povo judeu possuirá “o monte de Esaú”, que corresponde à atual Jordânia; “os filisteus”, cujo território hoje em dia corresponde à Faixa de Gaza; “os campos de Efraim e os campos de Samaria”, os quais atualmente correspondem ao território denominado pelos noticiários da mídia de Cisjordânia; “os cananeus até Sarepta”, cujo território corresponde ao Líbano; e “as cidades do Sul” (cf. Ob 19-20). Essa profecia data de 585 a.C., ou seja, um ano após a destruição de Jerusalém pelas mãos de Nabucodonosor, rei de Babilônia – cerca de 750 a 800 anos depois de Josué. Contudo, Obadias continua a declarar que os descendentes naturais de Abraão teriam a posse da terra. Deus é onisciente. Ele já conhece o fim desde o começo, fato esse que ficou muito claro quando Ele qualificou Cristo pelo designativo de “Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap 13.8). Deus conhecia com exatidão o que aconteceria ao longo da história humana e, em Sua soberania, preparou o caminho da salvação para a humanidade perdida, antes mesmo que qualquer pessoa pudesse entender a condição irremediável do ser humano. De igual modo Deus fez promessas claras a Abraão, Isaque, Jacó e seus descendentes naturais, tendo pleno conhecimento de que eles pecariam e de que Ele, ainda assim, os libertaria e lhes daria o que prometera. Os adeptos da Teologia da Substituição alegam que aquela terra não pode pertencer aos descendentes naturais de Abraão, porque Deus os substituiu por descendentes espirituais, a saber, os crentes em Cristo. Porém, o Senhor jurou solenemente nunca abandonar ou substituir Israel: “Assim diz o Senhor: Se puderem ser medidos os céus lá em cima e sondados os fundamentos da terra cá embaixo, também eu rejeitarei toda a descendência de Israel, por tudo quanto fizeram, diz o Senhor” (Jr 31.37). O Senhor estabeleceu Israel permanentemente tanto como um povo quanto uma nação. A garantia das promessas divinas para os judeus é tão certa quanto aquilo que Deus promete para todos os crentes em Cristo no capítulo 8 da Carta aos Romanos. Um dia, Deus há de cumprir tudo o que prometeu para o povo de Israel. A promessa da terra finalmente se cumprirá no Milênio [i.e., no reino de mil anos], quando Jesus reinar do trono de Davi sobre o povo judeu e sobre o mundo inteiro. Quando esse dia chegar, “O lobo habitará com o cordeiro, e o leopardo se deitará junto ao cabrito; o bezerro, o leão novo e o animal cevado andarão juntos, e um pequenino os guiará. A vaca e a ursa pastarão juntas, e as suas crias juntas se deitarão; o leão comerá palha como o boi [...] Não se fará mal nem dano algum em todo o meu santo monte, porque a terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar” (Is 11.6-7,9). Então, com a mais absoluta certeza, toda a Terra Prometida, conforme as Escrituras a demarcam, pertencerá ao povo judeu para sempre. Thomas C. Simcox é diretor de The Friends of Israel na região Nordeste dos Estados Unidos.
04:01 | 0 Comments
Fórmula para uma guerra sem fim
Eles imediatamente desmantelaram e destruíram esses bens valiosos que poderiam tê-los ajudado a alimentar seu próprio povo. Aos palestinos foi dada a liberdade de desenvolver o que poderia ter sido algo como uma " Hong Kong" do Mediterrâneo. Muitas nações canalizaram bilhões de dólares para os cofres da liderança palestina, para ajudá-los a realizar esse sonho. Ao invés disso, os palestinos usaram o dinheiro para montar um exército terrorista. Eles compraram armas e munições para equipar esse exército. Eles contrabandearam para Gaza um arsenal formidável e começaram a lançar ataques diários contra cidades israelenses. Eles nem mesmo pretextaram construir uma infra-estrutura econômica que permitisse aos cidadãos de Gaza sustentarem a si mesmos. Essa é a razão porque o fechamento parcial das passagens de fronteira por parte dos israelenses tornou a vida tão difícil para os palestinos comuns. A maioria deles só encontra trabalho em Israel . Não há empregos em Gaza. Por quê? Porque todo o dinheiro para o desenvolvimento econômico foi canalizado para o terrorismo. Apesar dessa fraude evidente, o mundo insiste em recompensar os palestinos pelo seu logro descarado. As chamadas "nações esclarecidas e responsáveis" desenvolveram uma fórmula para o uso exclusivo contra Israel . Essa fórmula determina sob quais circunstâncias e de que maneira é permitido a Israel defender a si mesmo dos ataques terroristas. Primeiro, a provocação deve ser muitas vezes mais séria do que bastaria para outras nações. Simples atos de guerra, como fazer reféns ou promover ataques contínuos com mísseis contra centros populacionais civis, não são [considerados] suficientes para permitir medidas de defesa. Desde 2005, mais de 6.000 foguetes choveram sobre cidades israelenses a partir de Gaza. Num sinal de considerável comedimento, apenas após três anos e milhares de ataques não-provocados, Israel finalmente sentiu-se suficientemente justificado para lançar uma resposta defensiva. Então, começa a segunda fase do ataque de propaganda anti-israelense. Ele é iniciado quase imediatamente pelos suspeitos usuais - liderados pelos árabes, pelos russos, pelos muçulmanos - todos falando da "invasão" de Gaza e exigindo a retirada imediata de Israel. Ao mesmo tempo, os membros das Nações Unidas começam seu coro usual - acusando Israel de promover uma resposta "desproporcional". Finalmente, a mídia lança sua campanha unilateral. Sua função é dar destaque às mulheres e crianças palestinas feridas e mortas, acidentalmente atingidas durante a luta intensa. Parece que os meses e anos de bombardeios constantes lançados sobre os israelenses pelos facínoras do Hamas não despertaram o interesse da mídia. Apenas quando Israel revidou, foi dado o sinal para que a grande mídia se juntasse à refrega. Em Gaza, os terroristas do Hamas se escondem em salas de aula e porões de hospitais. Eles armazenam armas em mesquitas e usam laboratórios de universidades como fábricas de bombas. Eles escondem mísseis de longo alcance no porão do principal hospital da Cidade de Gaza. Quando sabem de prédios que serão atacados pela aviação israelense, eles posicionam intencionalmente mulheres e crianças nos terraços. Então, quando esses escudos humanos são mortos ou feridos pelo fogo israelense, a mídia descarrega sua exaltação contra o atirador ou o piloto israelense, não contra o terrorista calculista. Os corpos de terroristas mortos - ou de seus escudos humanos - são depois exibidos pela mídia sempre disponível como "vítimas inocentes da agressão israelense". E os clamores orquestrados pela "proporcionalidade" ficam mais altos. Seguindo essa fórmula muito repetida, à medida que as imagens selecionadas da mídia se acumulam, as previsíveis exigências de um cessar-fogo incondicional por parte de Israel experimentam um crescendo global. Governos ocidentais moderados como a França, a Grã-Bretanha e outras nações da União Européia (EU) que têm grandes populações muçulmanas, começam a exigir que Israel termine essa "guerra desproporcional". A gritaria mundial aumenta até que, finalmente, os Estados Unidos são forçados a não vetar uma resolução do Conselho de Segurança [da ONU] condenando Israel como agressor injustificado. Essa é a fórmula que sempre funcionou. Os fundamentalistas islâmicos a conhecem muito bem. Organizações terroristas como o Hezb'allah (Partido de Alá) e o Hamas aperfeiçoaram o uso dessa receita ao ponto de fazer dela uma "tática de guerra". Os terroristas islâmicos atacam e lutam até ao ponto em que estão perdendo. Então o mundo vem em seu socorro e os resgata, para que possam voltar a lutar no futuro. "Proporcionalidade" é a palavra-chave que foi especialmente adaptada para o uso contra Israel e para garantir sua destruição final através do atrito. O objetivo historicamente aceito da guerra defensiva é eliminar a habilidade do inimigo de causar dano. O lado que alcançar primeiro esse alvo é o vencedor. E, até que um dos lados não tenha atingido esse objetivo, a guerra continua. O propósito primordial do Hamas é o aniquilamento de Israel . Ele está claramente definido em seu estatuto. Os seus integrantes o confirmam em todas as oportunidades. As "nações esclarecidas" simplesmente não conseguem entender essa realidade. O lançamento de mais de 6.000 foguetes contra Israel não foi provocado por nada além do fato de Israel continuar a existir. Enquanto Israel existir, o objetivo do Hamas continuará não tendo sido alcançado. As numerosas organizações terroristas islâmicas com apoio estatal sentem o mesmo. Por outro lado, Israel tem demonstrado que absorverá praticamente qualquer golpe antes de partir para a guerra. O objetivo principal de Israel é garantir uma paz duradoura. Para alcançar esse propósito, Israel tem de eliminar a possibilidade do inimigo promover a guerra. Se não o fizer, a guerra continuará para sempre. A definição de "proporcionalidade" da ONU no caso da auto-defesa de Israel significa que as perdas israelenses devem ser, no mínimo, iguais às perdas palestinas. Se Israel seguir essa fórmula, garantirá a sua derrota final através do atrito. Os israelenses garantirão que a guerra continuará até que os muçulmanos estejam suficientemente fortes para obliterar Israel . Pense apenas no que teria sido o resultado da II Guerra Mundial se o mesmo pensamento irracional fosse imposto aos exércitos aliados que lutavam contra a Alemanha nazista e o Japão imperial. Alguns argumentam que o Hamas está apenas se defendendo e que os foguetes caseiros são as únicas armas que ele tem contra os aviões e os tanques israelenses. Mas o Hamas NÃO está defendendo a si mesmo de Israel quando bombardeia cidades israelenses. Israel não ocupou Gaza desde sua retirada em 2005. Aliás, se o Hamas parasse de lançar foguetes e de enviar homens-bomba suicidas para Israel , não haveria necessidade de se defender. As fronteiras estariam abertas e a paz e a prosperidade viriam a seguir. O lançamento indiscriminado de foguetes contra centros populacionais civis é reconhecido como um crime de guerra. Ele constitui punição coletiva sob o tratado legal da ONU. Entretanto, como o Hamas atira contra alvos judeus, a ONU fica em silêncio. Esse é apenas mais um exemplo de como a lei internacional é mais rigorosa com Israel do que com qualquer outra nação do mundo. Não existe outra nação cuja conduta seja mais sujeita ao escrutínio dos "especialistas do direito internacional" do que Israel - a ONU os designou com esse propósito específico. Mas, no caso de Israel , pode-se demonstrar que os inimigos de Israel usam a legislação internacional da ONU contra os israelenses. O Hamas alega que seus ataques são em resistência ao fechamento das suas fronteiras por Israel . Entretanto, as razões porque Israel fecha as fronteiras com Gaza nunca são mencionadas. Nenhum dos críticos de Israel leva em conta que, sempre que Israel abre suas fronteiras para os trabalhadores palestinos, é iniciado um fluxo de homens-bomba suicidas para seu território. E quando as fronteiras internacionais de Gaza são abertas, o Hamas se apressa em trazer mais foguetes e mísseis mais poderosos para serem lançados contra cidades israelenses. O que há com Israel para transformá-lo no estado-pária do mundo? Como é possível que qualquer insulto aos árabes, por mais insignificante, seja considerado uma razão para o assassinato em grande escala, enquanto nenhuma atrocidade, por mais violenta, seja considerada uma justificativa para a resposta defensiva de Israel ? Não importa quão razoável e legítima seja a ação defensiva para qualquer outra nação. Enquanto isso, líderes de todo o mundo têm comparecido à ONU para defender a "democracia palestina" - como se essa entidade existisse. Isso tudo não tem qualquer sentido no plano natural. Somente a Bíblia pode explicar o mistério por trás do ódio sobrenatural contra os judeus. A profecia bíblica predisse que Israel renasceria miraculosamente nos "últimos dias". A Bíblia também predisse que um ódio sobrenatural contra os judeus cresceria em todo o mundo. Isso será logo seguido pelo Armagedom e pelo retorno de Jesus, o Messias. Tudo isso está sendo cumprido literalmente diante dos nossos olhos. Portanto, não fique surpreso ou amedrontado. A volta de Cristo para redimir os que creram nEle acontecerá muito em breve. (Hal Lindsey - extraído dewww.hallindsey.com - http://www.beth-shalom.com.br)À medida que a guerra de Israel contra o Hamas em Gaza prosseguia, o ataque mundial de propaganda contra Israel crescia exponencialmente. Diante disso, é importante rever um pouco da história da região. Em 2005, Israel retirou-se unilateralmente de Gaza e entregou sua administração integral à Autoridade Palestina (AP). Todos os assentamentos judeus foram abandonados e seus habitantes foram removidos à força. As propriedades agrícolas, comerciais e residenciais israelenses - que eram consideráveis - foram deixadas para os palestinos.
03:59 | 0 Comments
